O Nascimento do Socialismo

O nascimento do socialismo

Ah, o socialismo: um modelo econômico nascido no século XIX e que pregava a ideia de que os meios de produção deveriam ser coletivos (controlados pelo povo) ou estatais (o Estado dita as regras) ao invés de privados. Em outras palavras, empresas, fábricas, terras e demais recursos seriam administrados pelo Estado ou pela sociedade. Através dessa ideia, os socialistas acreditavam que esse modelo econômico seria capaz de combater a desigualdade social e econômica, reduzindo a disparidade de renda e riqueza da população, permitindo que todos tivessem acesso aos mesmos benefícios e oportunidades: educação de qualidade, saúde, alimentação, habitação, todos garantidos aos trabalhadores de forma igualitária pelo Grande Irmão (o Estado). Os ricos? São um bando de capitalistas que só pensam em si mesmos, e apoiam este grande sistema desigual chamado Capitalismo. 

Na teoria, é um discurso convincente para as massas: “trabalhamos para construir, então tecnicamente é nosso!” Mas na prática, o Socialismo se provou como sendo um dos modelos econômicos que mais trouxe miséria, desigualdade e genocídios em toda a história do mundo. 

No entanto, antes de dividir o mundo no século XX, o surgimento do Socialismo teve relação direta com a ascensão do Capitalismo. E nos tópicos a seguir iremos destrinchar os pontos principais para o seu nascimento, aplicação no mundo real e seus resultados. Não saia daí e acompanhe os próximos capítulos!

SOCIALISMO X COMUNISMO

Antes de adentrarmos no tema de fato, existe uma dúvida que as pessoas que buscam estudar esse tema acabam apresentando: qual a diferença entre o socialismo e o comunismo?

Na teoria¹, é dito que o Socialismo é um modelo onde seus simpatizantes buscavam, através do voto, chegar ao poder mantendo os valores democráticos. O Comunismo seria uma fase mais avançada, onde o sistema socialista deveria ser implantado pela força. 

Na prática, socialismo e comunismo são resumidos em uma coisa só: impor suas ideias na base da força. Há quem diga que existam Estados socialistas que não chegaram à fase comunista, mas verdade seja dita: todos eles flertam ou chegaram a flertar abertamente com as ideias radicais do comunismo. Basta acompanhar os países “socialistas” que maquiam um sistema democrático, e ver como o seu modelo de governo se caracteriza pelo autoritarismo², abolição das liberdades individuais e culto ao líder. Três grandes exemplos são a China de Xi Jinping com suas eleições unipartidárias, a Rússia de Putin com sua fama de fazer visitas nada agradáveis a oligarcas russos críticos do regime³, ou a Coreia do Norte, um dos países mais fechados do mundo, de onde se sabe apenas do seu grande arsenal de mísseis nucleares e da figura quase mítica do seu líder Kim Jong-un.

Agora que ficou claro a diferença entre esses dois modelos que na teoria se diferem, mas que na realidade são igualmente nocivos, vamos adentrar de fato em como essas atrocidades nasceram e ganharam tanta notoriedade, e que hoje são reverenciadas por pessoas de cabelo colorido na internet e governos autoritários ao redor do mundo.

NASCIMENTO DO CAPITALISMO

Para entender o socialismo, é preciso entender o contexto histórico em que ele surge. Precisamos voltar um pouco no tempo, na Europa antes da Primeira Revolução Industrial.

Antes do boom da 1ª Revolução Industrial durante o século XVIII, que teve início na Inglaterra, a maioria das pessoas na Europa vivia em áreas rurais e sobreviviam à base da agricultura. As condições de vida eram difíceis, com falta de acesso a alimentos e água potável, falta de saneamento básico e pouquíssimas oportunidades de emprego. Para se ter uma ideia, estudos sobre os séculos que antecederam o surgimento do Capitalismo, especificamente no século XIV durante a idade média, afirmam que do total de 80 milhões de habitantes na Europa naquela época, cerca de 60 milhões eram camponeses, sendo que a grande maioria desses camponeses eram servos de senhores feudais, ou seja, eram vistos como posses e eram proibidos de circular fora do feudo sem a autorização do senhor feudal, igual muitos governos comunistas fazem até hoje, obrigando sua população a trabalhar em setores de interesse do governo, e não do mercado.

Com o surgimento da locomotiva a vapor em 1698, aperfeiçoada em 1765, os caminhos em direção a 1ª Revolução Industrial começaram a ser trilhados. A partir da segunda metade do século XVIII o mundo passou por transformações tecnológicas, econômicas e sociais profundas, que ajudaram a moldar novos comportamentos na sociedade e permitiram que o sistema capitalista fosse consolidado. 

O capitalismo surge na Revolução Industrial, e cria novas oportunidades para o comércio e a produção de bens em larga escala. O que permitiu que os empresários produzissem mais bens do que nunca havia sido produzido na história, a preços mais baixos.

Entre 1750 e 1900, a população mundial quase triplicou, de um total de 800 milhões para algo em torno de 1,6 bilhão⁶. Esse salto populacional se deve em grande parte às novas tecnologias que trouxeram melhorias na agricultura, que permitiram que mais alimentos fossem produzidos com menos esforço, bem como à expansão do comércio mundial e da colonização européia em outros lugares do globo.

O Capitalismo transformou o mundo de diversos modos. Baseando-se na capacidade humana de gerar riqueza através da inovação e do empreendedorismo, consequentemente o Capitalismo gerou riqueza em um nível sem precedentes, tornou viável o desenvolvimento de novas tecnologias, como a eletricidade, novos meios de transporte, e a mais recente inovação: a internet⁶.

Contudo, no século XIX, ainda que o Capitalismo houvesse trazido muitos benefícios para o mundo, houve situações de revolta por parte dos operários das fábricas, seja pelas condições de trabalhos e afins (não sejamos hipócritas), para com os empregadores fomentaram o surgimento de ideais hoje amplamente conhecidos como socialistas, influenciadas também por aquelas ideias antigas de lutas de classe, antes nobreza e plebe, agora burguesia e proletariado. 

Os socialistas acreditavam que o capitalismo gerava riqueza para poucos às custas da exploração da maioria. É durante esse período que surgem alguns escritores em prol da defesa do Socialismo, como Henri de Saint-Simon, Charles Fourier, Robert Owen etc. No entanto, foi em 1818 que nasceu aquele que viria a ser um dos mais influentes difusores do socialismo na história, Karl Marx.  

O SURGIMENTO DE KARL MARX 

Karl Marx, um dos maiores críticos do Capitalismo, nascido em uma família de classe alta alemã, chegou a estudar Direito na Universidade de Bonn. Quando se deixou levar pelas festas e a boêmia enquanto se embriagava, gastava mais do que tinha e brigava bastante foi quando seu pai, Heinrich Marx, um renomado advogado, acabou o transferindo para Universidade de Berlim, onde se formou em Filosofia e conheceu seu mentor, Friedrich Hegel

Karl trabalhou um tempo como jornalista, sem sucesso, vivendo um período sendo sustentado por Friedrich Engels, outro abastado. No entanto, após se unir com outros radicais e inaugurar a Liga dos Comunistas, em 1848 viria a publicar junto de Engels o Manifesto Comunista, a Bíblia do Comunismo. Anos depois, em 1867, Marx lançaria uma das suas obras mais importantes, O Capital. Ambos os livros são aclamados e indispensáveis nas estantes de grandes ditadores socialistas como Vladimir Lenin, Josef Stalin, Mao Tse-tung, Fidel Castro e toda uma nova geração de adoradores.

Os trabalhos de Marx buscam resumir toda a história da humanidade em uma luta de classes entre trabalhadores e empregadores (capitalistas, burgueses, e agora no século XXI, “fascistas”), adotando ideias como o fim da propriedade privada, ignorar a importância do livre mercado na alocação eficiente de recursos e defender a ideia de um estado forte e centralizador. 

Suas ideias do ponto de vista libertário podem ser facilmente rebatidas, especialmente porque em sua grande maioria são impraticáveis e utópicas, conforme foi comprovado desde o século passado. Marx falha em reconhecer que as pessoas são motivadas principalmente por interesses egoístas, e isso é normal. Do ponto de vista libertário, um sistema baseado na propriedade privada e no lucro é capaz de alinhar os interesses dos indivíduos com o bem-estar social, incentivando a inovação e o empreendedorismo.

Bem como o livre mercado que, ao permitir a troca entre os indivíduos, é capaz de coordenar a produção e o consumo de maneira mais eficiente do que o sistema econômico de planejamento centralizado proposto por Marx. A proposta marxista de uma economia planejada levaria a uma alocação ineficiente de recursos, pois não seria capaz de responder adequadamente às necessidades e preferências dos consumidores⁸.

Além de que um sistema econômico de planejamento centralizado significa um estado forte e autoritário, o que pode ser um perigo para a liberdade individual e pode facilmente se transformar em um governo opressor, como vários exemplos na história. Além disso, a concentração de poder nas mãos do estado pode levar à corrupção e à ineficiência, o que acontece com frequência no Brasil.

De fato, o crescimento do socialismo defendido por Marx, Engels e toda uma leva de filósofos socialistas foi um dos fermentos para o surgimento de ditaduras ao redor do mundo durante o final do século XIX até os dias atuais. É o que iremos abordar no próximo tópico.

OS GOVERNOS SOCIALISTAS DO SÉCULO XX

A partir do início do século XX, vários governos mundo afora passaram a se autointitularem socialistas ou comunistas e buscaram, sem sucesso, tentar implementar políticas socialistas na sua gestão. Os principais exemplos desses países foram/são:

União Soviética: A União Soviética foi o primeiro Estado socialista do mundo, fundado após a “Revolução” de Outubro de 1917. Foi um dos principais propagadores do comunismo no mundo, fornecendo apoio financeiro, logístico e militar a outros movimentos comunistas no mundo, muitas vezes em conflito com governos democráticos e capitalistas. Também apoiou na criação de partidos comunistas em países como China, Cuba e Vietnã, que se tornaram aliados da União Soviética. Até o fim da URSS, em 26 de dezembro de 1991, teriam sido executados cerca de 62 milhões de pessoas entre 1917 e 1987, entre cidadãos soviéticos e opositores ao regime, além de quase ter causado uma terceira guerra mundial nuclear. 

China: A “Revolução” Chinesa de 1949 levou ao estabelecimento da República Popular da China, governada pelo Partido Comunista. O país implementou políticas socialistas, incluindo a coletivização agrícola e a nacionalização de indústrias e serviços públicos. No entanto, a exemplo da Grande Fome de 1958-1962, que resultou na morte de milhões de pessoas, fruto de um plano de governo catastrófico do ditador Mao Tsé-Tung¹⁰, que obrigou fazendeiros a largarem os campos para trabalharem na indústria de aço, e a chamada Revolução Cultural, que durou de 1966 a 1976, e perseguiu diversas pessoas tidas como praticantes de “velhos hábitos típicos de burgueses”, o saldo final de mortos é estimado em 35 milhões⁹ de 1949 e 1987, mas há quem diga que este número pode chegar a 70 milhões¹⁰

Cuba: A “Revolução” Cubana de 1959 permitiu que Fidel Castro chegasse ao poder e estabelecesse um Estado socialista em Cuba, junto a Raúl Castro, Camilo Cienfuegos e Ernesto Che Guevara (este último estampando várias camisetas em universidades federais Brasil afora). O país implementou políticas de nacionalização e reforma agrária. Foi uma aliada da União Soviética durante a guerra fria e pivô de um dos momentos mais tensos da história: a crise dos mísseis em Cuba em 1962, quando mísseis nucleares soviéticos foram descobertos na ilha apontados para os Estados Unidos. Todos os anos, diversas pessoas se arriscam fugindo da ilha em busca de oportunidades em outros países¹¹, devido à escassez de empregos, alimentos, produtos básicos e, claro, liberdade.

Vale citar outros países socialistas que também provocaram genocídios em massa até o final do século XX, como Camboja com 2,2 milhões de vítimas, Vietnã do Norte e Coréia do Norte tendo 1,6 milhões cada, Ex-Iugoslávia (1 milhão), entre muitos outros que ainda insistem nesse modelo falido.

SOCIALISMO NOS DIAS ATUAIS

Image: Demonstrators clash with members of Venezuelan National Guard
Autor: CARLOS EDUARDO RAMIREZ / Reuters

Mesmo com os avanços dos países democráticos, ainda hoje existem países socialistas e autoritários, e o que se vem observando é um aumento deles em todo mundo. Segundo um estudo lançado em 2023 pelo Instituto Noruegues V-Dem¹², a média mundial de democracia voltou ao patamar de 1986! Isso significa que, em termos de liberdade, o mundo está regredindo. Ainda de acordo com esse estudo, 72% da população global (em torno de 5,7 bilhões) vive em algum estado de autoritarismo, um aumento de 46% em dez anos, e um aumento de 2% se comparado com 2022. 

Outra informação relevante foi levantada pela Heritage Foundation¹³, uma instituição que realiza todos os anos estudos sobre liberdade econômica no mundo, levando em consideração diversas variáveis como legislação, poder do Estado, regulamentações etc. No relatório disponível no site oficial deles (disponível nas referências deste artigo) é possível observar que os países com os piores índices de liberdade econômica são nações corroídas por ideais socialistas e muita corrupção, como a Venezuela, Cuba, Sudão, Irã e China que, apesar de hoje ser uma potência mundial (URSS também era), é marcada por repressões, genocídios e por manter seus mais de 1,4 bilhões de habitantes em um constante monitoramento. E recentemente vem chamando muita atenção mundial por estreitar ainda mais suas relações com a Rússia, responsável pela guerra da Ucrânia, bem como realizando treinamentos militares próximo a ilha de Taiwan, um país que supostamente pertence ao território chinês. Enquanto a China está abaixo dos top 150 países mais livres do mundo, Taiwan está simplesmente entre os 4 países mais livres do mundo¹³

No âmbito da América Latina, a história não é diferente. No Brasil, os patamares da democracia atualmente são equivalentes aos do fim da Guerra Fria, quando o país estava em transição da ditadura militar para a República¹²! A América do Sul é marcada por golpes de Estado e ditaduras, e hoje o maior desastre dessas políticas autoritárias é a Venezuela que, só para se ter uma noção, em agosto de 2022 cerca de 6,8 milhões de venezuelanos deixaram o país, similar aos 6,8 milhões de imigrantes que fugiram da Ucrânia em guerra¹⁴! O mais surpreendente disso é que a Venezuela não é um país em guerra, mas é um país destruído pelo socialismo. A Venezuela é um socialismo que deu certo, pois todo mundo é pobre de forma igualitária.

Sendo assim, outro “hermano” que infelizmente está seguindo os mesmos passos é a Argentina¹⁵ que, de acordo com os dados de abril de 2023, simplesmente bateu 104,3% de inflação num período de um ano. É um cenário que também não se via desde o fim da Guerra Fria, mas que por diversos erros dos governos que se sucederam ao longo dos anos¹⁶: acumulação de dívidas, queda no PIB, constantes mudanças de políticas econômicas, conflitos políticos internos, entre outros problemas que hoje recaem sobre a população argentina. Alguns desses problemas são compartilhados com o Brasil, que irei aprofundar no próximo tópico.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O Brasil vem passando por diversas turbulências políticas nos últimos anos. A imagem do país ficou manchada no exterior na gestão do governo passado. Contudo, existia uma expectativa de que as relações exteriores na gestão do ano em que este artigo está sendo feito (2023) seriam diferentes, mas não é isso o que está acontecendo. O que se percebe é uma afinidade do governo maior com países autoritários como Cuba, Venezuela, China e Rússia. A posição do Brasil vem sendo criticada internacionalmente por países democráticos, especialmente por falas problemáticas¹⁷ do então presidente Lula com relação ao momento polarizado que estamos vivendo devido a Guerra da Ucrânia.

Na opinião deste autor, não somente as falas do então representante da república são problemáticas, mas as ações que o governo pretende tomar são preocupantes. Aumentar o controle estatal, subir impostos, regular a mídia são apenas algumas das medidas que o governo (e outra instância de poder que invade a competência dos demais poderes de forma autoritária) busca implantar no Brasil. São momentos de incerteza e não sabemos ao certo o que acontecerá daqui para frente. Mas fato seja dito, quando essas políticas são postas em prática, os resultados não são positivos.

A verdade é que com a escalada de países socialistas/autoritários no mundo¹², o futuro de todos é uma grande incerteza. Talvez estejamos entrando em uma nova guerra fria, ou uma terceira guerra mundial (o que seria catastrófico). A escalada de países autoritários sempre foi uma ameaça ao mundo, e mais do que nunca é necessário que lutemos pela nossa liberdade para que não sejamos os próximos a perdê-la. Espero que este artigo ajude a clarificar o mal que o socialismo trouxe ao mundo desde o seu surgimento. Para ser justo, a ideia no começo parecia ser nobre, contudo se provou impraticável, e mais do que isso: mortífera. O Capitalismo tem seus defeitos, mas ele é o único sistema que te permite prosperar.


Evanilson Ferreira

*As opiniões do autor não representam a posição do Damas de Ferro enquanto instituição.


Referências Bibliográficas

1 BEZERRA, Juliana. Diferenças entre Comunismo e Socialismo. Toda Matéria, [s.d.]. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/diferencas-entre-comunismo-e-socialismo/

2 FOLHA DE SÃO PAULO. Xi Jinping assegura 3º mandato como presidente da China em eleição protocolar. Folha de São Paulo, São Paulo, 02 mar. 2023. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2023/03/xi-jinping-assegura-3o-mandato-como-presidente-da-china-em-eleicao-protocolar.shtml>. 

3 GAZETA DO POVO. Quem foram os oligarcas russos mortos de forma misteriosa em 2022? Gazeta do Povo, Curitiba, 21 abr. 2023. Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/quem-foram-os-oligarcas-russos-mortos-de-forma-misteriosa-em-2022/. Acesso em: 03 maio 2023.

4 ROWLING, Marjorie. Life in Medieval Times. Reino Unido: Penguin Publishing Group, 1973.

5 SILVA, Daniel Neves. “Revolução Industrial”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/revolucao-industrial.htm. Acesso em 04 de abril de 2023

6 HARARI, Yuval Noah. Sapiens, Uma breve história da humanidade: Sapiens. Tradução de Janaína Marcoantonio. Porto Alegre: L&PM, 2014.

7 LOPES, Reinaldo José. Aventuras na História. Quem foi Karl Marx? Disponível em: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/quem-foi-karl-marx.phtml. Acesso em: 17 abr. 2023.

8 HAYEK, Friedrich A. O Caminho da Servidão. Rio de Janeiro: Instituto Liberal, 1990.

9  FOLHA DE S. PAULO. Comunismo matou 110 milhões. Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1997/10/31/mundo/14.html> Acesso em 17 abr. 2023.

10 SILVA, Daniel Neves. “Mao Tsé-Tung”; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biografia/mao-tse-tung.htm. Acesso em 17 de abril de 2023.

11 AMERISE, Atahualpa. BBC News Brasil. Cuba: 4 razões que explicam a histórica emigração da ilha aos EUA em 2022. Disponível em <https://www.bbc.com/portuguese/internacional-64113084>. Acesso em 17 abr. 2023

12 DEMOCRACY WITHOUT BORDERS. V-Dem report: global democracy has fallen to 1986 level. Democracy Without Borders, 2022. Disponível em: <https://www.democracywithoutborders.org/26647/v-dem-report-global-democracy-has-fallen-to-1986-level/>. Acesso em: 03 maio 2023.

13 HERITAGE FOUNDATION. Index of Economic Freedom. Disponível em: https://www.heritage.org/index/. Acesso em: 18 abr. 2023

14 CNN BRASIL. ONU: número de refugiados fugindo da Venezuela é similar ao da guerra na Ucrânia. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/onu-numero-de-refugiados-fugindo-da-venezuela-e-similar-ao-da-guerra-na-ucrania/. Acesso em: 18 abr. 2023.

15 ESTADÃO. Argentina: inflação ao consumidor acelera e sobe 7,7% em março, com alta anual de 10,43%. UOL Economia, São Paulo, 14 abr. 2023. Disponível em: <https://economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2023/04/14/argentina-inflacao-ao-consumidor-acelera-e-sobe-77-em-em-marco-com-alta-anual-de-1043.htm>. Acesso em: 03 maio 2023.

16 O GLOBO. Muito além da inflação de 70%: entenda a crise econômica argentina em seis pontos. O Globo, Rio de Janeiro, 26 set. 2022. Disponível em: <https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2022/09/muito-alem-da-inflacao-de-70percent-entenda-a-crise-economica-argentina-em-seis-pontos.ghtml>. Acesso em: 3 mai. 2023.

17 PODER360. Após fala de Lula, Zelensky rejeita ceder Crimeia à Rússia. Poder360, 25 mar. 2023. Disponível em: https://www.poder360.com.br/brasil/apos-fala-de-lula-zelensky-rejeita-ceder-crimeia-a-russia/. Acesso em: 18 abr. 2023.

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